

Identidade, consentimento e contratação digital: o novo tripé de confiança do Open Insurance
Uma sessão fechada on-line com Manuel Matos sobre quais decisões de infraestrutura de dados realmente importam quando regulação, tecnologia e distribuição convergem.
Preencha o formulário ao lado para solicitar uma vaga* gratuita neste debate.
21 DE JULHO | 11H
*Vagas limitadas e participação sujeita à curadoria. A confirmação será enviada por e-mail após a análise da solicitação.


Identidade, consentimento e contratação digital: o novo tripé de confiança do Open Insurance
Uma sessão fechada on-line com Manuel Matos — autor de livro e co-responsável por informatizar a SUSEP, estruturar e reestruturar seguradoras e arquitetar a ICP-Brasil — sobre quais decisões de infraestrutura de dados realmente importam quando regulação, tecnologia e distribuição convergem.
Preencha o formulário abaixo para solicitar uma vaga* gratuita neste debate.
21 DE JULHO | 11H
*Vagas limitadas e participação sujeita à curadoria. A confirmação será enviada por e-mail após a análise da solicitação.
Troca de experiências e networking
Aproveite a oportunidade para trocar ideias e fortalecer seu networking. Solicite seu convite* agora mesmo.
*Vagas limitadas. Participação sujeita à curadoria para garantir uma conversa relevante entre profissionais que lidam diretamente com esse desafio.
O tema: como identidade verificável, consentimento auditável e assinatura com validade jurídica funcionam juntos, como um sistema.
Manuel traz 40 anos de trabalho prático. Agora, analisa como o mercado precisa se reorganizar em um novo contexto que inclui o Open Insurance.
Aproveite a oportunidade para trocar ideias e fortalecer seu networking com profissionais que lidam com esses desafios todos os dias e com quem tem visão única sobre para onde o setor está indo.
*Vagas limitadas. Participação sujeita à curadoria para garantir uma conversa relevante entre profissionais que lidam diretamente com esse desafio.
O que será discutido
-
01
Supervisão incorporando uma lente funcional e infraestrutural
-
02
Identidade, consentimento e assinatura como camadas interdependentes
-
03
Centralização vs. distribuição; rastreabilidade vs. privacidade; modularidade vs. integração
-
04
Economia de dados, Open Insurance e infraestrutura de confiança
-
05
Tomada de decisões e possíveis riscos
-
06
Indicadores de sucesso nas ações
Sobre o convidado
.png?width=350&height=483&name=Manuel%20(1).png)
Como membro do Comitê Gestor da ICP-Brasil, contribuiu para a consolidação de uma base de confiança digital no país. Hoje, analisa os novos modelos operacionais da distribuição de seguros na economia de dados.
Autor independente e analista estratégico em Seguros
Manuel Matos tem mais de quatro décadas de atuação na evolução do mercado de seguros brasileiro, conectando tecnologia, regulação e articulação institucional. Ao longo de sua trajetória, informatizou sistemas da SUSEP quando o setor ainda operava no papel, presidiu e reestruturou a seguradora da Caixa e atuou como estrategista na estruturação da BB Seguridade.
Como membro do Comitê Gestor da ICP-Brasil, participou da entrada de corretores de seguros, notários e registradores na Infraestrutura Brasileira de Chaves Públicas, contribuindo para a consolidação de uma base de confiança digital no país.
Hoje, analisa os novos modelos operacionais da distribuição de seguros na economia de dados. É autor do livro Da Intermediação à Infraestrutura e do Relatório Reservado, publicação sobre a convergência entre regulação, dados, inteligência artificial e arquitetura de distribuição no setor.
Sobre o host

Para quem é
-
Product Owners e Product Managers de seguradoras
-
Heads de Produto, Jornada Digital, Canais Digitais e Sinistros
-
Heads de Tecnologia, Arquitetura, Engenharia e Segurança
-
Lideranças de Operações, Transformação Digital e CX
-
CTOs, CPOs, Diretores e C-levels de seguradoras e insurtechs
-
Jurídico, Compliance e Governança que atuam com fluxos digitais
Para preservar a qualidade da troca, as solicitações serão avaliadas considerando aderência ao tema, senioridade, setor de atuação e relação prática com os desafios discutidos na sessão.
📚 Referência
O livro que contextualizará a conversa
Da Intermediação à Infraestrutura — A Distribuição de Seguros e a Arquitetura da Confiança na Era dos Dados
Resultado de quatro décadas de trabalho prático: um livro que documenta a reorganização da arquitetura de distribuição de seguros e propõe instrumentos de governança para a era de dados.
Tese central: a convergência entre regulação, tecnologia e economia de dados está redefinindo os alicerces da função econômica do seguro. A conversa no dia 21 é uma extensão dessa tese — traduzida para as decisões arquiteturais que você precisa tomar agora.
Conheça o livro →Data
21 de julho de 2026
Horário
11h às 12h
Formato
Online, via Zoom
Participação
Gratuita, com vagas limitadas e sujeita à curadoria
Agenda do evento
1. Open Insurance como arquitetura de confiança
Por que o Open Insurance deve ser lido além da integração de APIs ou da digitalização de jornadas. A distribuição de seguros passa a exigir uma infraestrutura capaz de provar, auditar e governar autorizações, contratações e movimentações ao longo do ciclo de vida do cliente.
2. A nova lente da supervisão
Como a supervisão está incorporando uma lente funcional e infraestrutural, sem abandonar as dimensões tradicionais de entidade, conduta e prudência. O que muda quando a supervisão se torna mais granular, contínua e baseada em evidências.
3. As três camadas da trilha de confiança
Como identidade verificável, consentimento auditável e assinatura adequada ao ato funcionam juntas. CPF como chave de identificação, mas não como identidade digital suficiente; consentimento como trilha mínima, proporcional e demonstrável; assinatura conforme a densidade jurídica de cada ato.
4. Decisões arquiteturais que não podem ser isoladas
Centralização, modularidade, interoperabilidade, governança de dados e trilhas de evidência. Como evitar arquiteturas fragmentadas em que identidade, consentimento, assinatura, auditoria e retenção de dados não conversam entre si.
5. A assinatura como parte da infraestrutura de confiança
Quando integrada à identidade e ao consentimento, a assinatura deixa de ser apenas fechamento documental e passa a compor a trilha de autorização, contratação, prova e supervisão. Atos de alta densidade podem exigir assinatura qualificada; atos de fluxo podem demandar assinatura avançada com evidências consistentes.
6. O segurado como teste da arquitetura
O critério final de qualquer arquitetura de confiança: ela serve ao interesse de quem contrata o seguro? Como tecnologia, regulação e dados podem reduzir assimetrias, proteger o segurado e sustentar jornadas mais auditáveis, proporcionais e confiáveis.
7. Perguntas selecionadas ao vivo
Um espaço para discutir desafios reais de quem está liderando decisões de infraestrutura, produto, tecnologia, identidade digital, consentimento e contratação no mercado de seguros.
Perguntas frequentes
© 2020 - 2024 ZapSign Processamento de Dados Ltda
CNPJ 37.058.073/0001-44

























